Talvez tenha chegado o momento de deixar a minha carne ser permeável.
De deixar a dor passar por ela, como deve ser.
A minha história, como a de tantos outros, começa mas não acaba. Ainda não acabou.
Tudo são fragmentos de mim, daquilo que me tornei, e daquilo que ainda virei a ser. Melhor ou pior, não importa. Existiram, e isso é tudo. São incontornáveis traços de um passado que nunca mais posso controlar.
Comunicar. O que é preciso é comunicar.
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