Virei mais tarde a perguntar-me: porquê?
E sem saber, recuo até ao grande zero.
O salto inverso, o negativo dentro do positivo, o fotograma que encrava...não anda nem desanda. O antes e o depois.
E durante o nada, o que acontece? Há vida no vácuo? Na ausência de matéria há substância?
A negação de existência é em si só um facto. Logo existe?
Somos palavras ocas que escorrem tropegamente em busca da sua própria representação...
Virei mais tarde a perceber o porquê: tudo teria sido mais fácil se, pelo menos, conseguisse controlar(-me)o(/a) tempo.
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